comida brasil

As ONGS trabalham diariamente para cobrir a assistência alimentar

A necessidade é o fator comum pelo qual centenas de pessoas se vêem obrigadas a frequentar as salas de bairro, estes não se discrimina por idade e são os espaços em que, talvez, você possa receber seu único prato de comida do dia.

Dois referentes distintos espaços que dia a dia trabalham em seus bairros, com a missão de dar um prato de comida aos vizinhos que assim o necessitam. Por um lado, Jorge Jourdan, coordenador do Movimento Dos Sem-Teto, foi o testemunho do trabalho que a organização leva adiante através de seus jardins. A cifra é forte, surpreende e preocupa: 5.000 meninos recebem uma ração de alimentos de parte desta entidade. Por outro lado, a presidente da Associação Civil Cebollitas de Loyola Sul, Alicia Boulacio deu seu testemunho sobre a realidade em que cabe evidenciar diariamente nas instalações do refeitório localizado no Zapata Goyán 8325, onde cada vez mais as pessoas se sobre a pedir um prato de comida.

Contribuições econômicas

Em ambos os casos, percebem contribuições econômicas tanto pelo lado do país, como o da província, no entanto, estes apenas são suficientes para cobrir a demanda de alimentos .Dois casos e uma mesma realidade que preocupa e deve ser não apenas atendida, mas determinada.

Jorge Jourdan, coordenador Dos Sem-Teto, confirmou que a entidade consegue alimentar um total de 5.000 garotos da cidade que frequentam os jardins da organização. Apesar de contar com um número limitado este ano conseguiram abrir dois copos de leite,tanto na Fiação Oeste, como Sul, onde a organização está construindo planos de habitação. “Há demanda de pessoas que precisam de alimentação e caras que não recebem, às vezes, a mínima, como uma xícara de chocolate ou de alimento”, descreveu Jourdan sobre a grave situação que atravessa um setor da população. A assistência do movimento é dividido entre 23 copos de leite e os 17 jardins.

As contribuições são feitas a partir dos diferentes órgãos governamentais apenas alcançam, a demanda de alimentos supera a colaboração que se recebe uma vez que as atualizações das posições ficam velhas em relação aos custos que se devem enfrentar para a compra da mercadoria. “Os valores da província são actualizadas uma vez por ano. No primeiro semestre recebemos a mesma quantidade de dinheiro que o ano passado, com o consequente atraso que tivemos em relação aos custos”, disse o líder do movimento. Esta situação obrigou a suprir com doações e outros aportes das diferenças a cobrir.

“A demanda de pessoas procurando ajuda para comer é importante, este ano piorou com o aumento dos custos”, disse Jourdan. A preocupação hoje se concentra no estado nutricional das crianças. Apesar de que há uma assistência constante, o consultado não hesitou em afirmar que “baixou a guarda”.

Desnutrição e os meninos

“Parece que é pecado falar de desnutrição ou baixo peso, baixo o nível de alerta da parte dos pais quanto para os meninos, e muitas vezes não se tem a prova de mantê-los permanentemente ou certificar-se que estes tenham uma fornecidas diária de alimentos”, descreveu o coordenador que diariamente trabalha no domínio dos refeitórios.

A constância não é regra e, quando chove, muitos caras ficam para dormir. “Socialmente há medo de dizer que há desnutridas, ele começa a fazer a ligação com outros nomes, como uma forma de ir tapando problemas sociais que persistem, isso é o que vemos”, contou Jourdan. Diante disso, demanda muito mais trabalho do que as mães participem dos controles que Os Sem-Teto realizam através de seu programa de nutrição em doze centros de saúde. “Às vezes, preferem ser a fornecida à sua casa, mas o serviço é para que os meninos comem na sala de jantar. Preferimos que os atendido em nosso serviço e não que levem para a casa para que o alimento se diluir em todo o grupo familiar”, descreveu o consultado sobre a realidade que se evidencia e se trabalha para evitar.

O choque com a demanda diária escrita todos os integrantes do movimento Dos Sem Teto, dos coordenadores aos promotores de saúde. “Para fazer frente a essa demanda de alimento, há que ter um sistema de periodicidade e de assistência constante“, disse Jourdan, no entanto, destacaram que esse é o trabalho da organização, que desde há anos tem um sistema de alimentação.”Mantém-Se a quantidade de meninos que vêm para receber alimentação e em períodos de recessão e inflação, possivelmente, se sente mais. Mas a demanda se mantém”, descreveu o integrante Dos Sem-teto.

Nessa linha, o portal reflete uma realidade que alguns optam por olhar de soslaio: “Há um grupo rígido ou estrutural de pobreza em nossa cidade, que precisa da assistência social, de organizações para sobre viver, isso é uma realidade”.

O trabalho de mães do bairro é um fator que Jourdan destacou antes de terminar a conversa, e é que elas são as encarregadas de preparar os alimentos que se dão todos os dias nos jardins e copos de leite. Um trabalho totalmente voluntária, que se mantém de segunda a sexta-feira, desde 1 de janeiro até 31 de dezembro.” É uma constante que temos mantido, e se prende um pouco com a ajuda solidária, é algo que temos que tomar como positivo, já que permite que o serviço funcione”.

Deja un comentario

Nombre *
Correo electrónico *
Web