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Aumento da explotacción sexual e a venda de órgãos de pessoas

Não os queremos dentro das fronteiras europeias, mas sim queremos seus órgãos sexuales. Falamos sobre os refugiados, de milhares e milhares de pessoas, amontoadas nas fronteiras da Europa e da Turquia asiática, fugindo da guerra, a que demos por completo a volta em sua tentativa desesperada de conseguir não só uma vida melhor, mas simplesmente uma vida. Nessa situação de total abandono em que se encontram, há aqueles que fazem negócios com eles, os traficantes de órgãos xnxx.com, aqueles que procuram para os abastados esse rim e, cada vez mais freqüentemente, o fígado, para poder sobreviver. E o doador, uma passagem para outra máfia, ou a mesma, levá-lo ao velho continente.

“Todos os esforços que estão fazendo para controlar o tráfico de órgãos são infrutíferos. A situação vai pior, na mesma proporção que a Europa mantém em abandono. As máfias, não só a este tipo de comércio ilegal, mas também a de tráfico de pessoas en pornhub.com, campan a suas largas, pois se alimentam de desespero dos mais vulneráveis”.

Um problema contra a saúde sexual

O responsável pela Organização Nacional de Transplantes (ONT), Rafael Matesanz, aponta que, segundo as estimativas, entre 5% e 10% dos transplantes do mundo são realizadas sob qualquer forma de comercialização ou são ética e juridicamente inaceitáveis. Estes são cerca de 10.000 a cada ano. A União Europeia criptografar o volume de negócios mundial anual entre 600 e 1.200 milhões de dólares.

O tráfico de órgãos e o turismo de transplantes é um problema global, que se dá nos cinco continentes. A Sociedade Internacional de Transplantes, através do Grupo Detentor da Declaração de Istambul, criado em 2010, alerta que este tipo de criminalidade estão crescendo na África Oriental, sobretudo, Sudão, Líbia e Egito, bem como na Turquia, precisamente por causa da situação sócio-política da região e o conflito dos refugiados.

Europol trabalha por um mundo melhor

A Europol também alerta para o comércio ilegal de órgãos, sobretudo após o desaparecimento de 10.000 crianças da sua chegada à Europa. A Polícia europeia deixa no ar o destino destes menores, que podem ter sido agrupado com algum familiar, mas não está ciente deles), mas adverte que o tráfico de pessoas tem crescido nos últimos tempos. E dentro deste tráfego inclui o comércio ilegal de órgãos. De acordo com a Europol, essas máfias criminosas sequestram os pequenos grupos de dois ou três, no máximo, e fazem com que as crianças testes de compatibilidade em clínicas ilegais. Por um rim podem chegar a pagar 230.000 euros, enquanto que por um fígado a cifra seria 135.000 euros. Isso é o dinheiro que recebem as máfias. Os doadores, obrigados, apenas umas centenas de euros. A Polícia europeia também fala de adultos que vendem parte de seu corpo para poder pagar a viagem que os faça sair de sua situação de extrema vulnerabilidade.

Também foram relatados casos de venda de órgãos nos próprios campos de refugiados. Em concreto, na Turquia, em um dos assentamentos de refugiados maiores do país. “É difícil saber o que está acontecendo lá –explica Matesanz–, mas há evidências de que a atividade de transplantes está em crescimento, sem que se saiba de onde vêm os órgãos”.

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